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Ideias

Diálogos Sobre o Feminino

25.05
16

Saiba mais sobre o workshop

Numa série de quatro encontros mensais e gratuitos, o ciclo
debaterá o feminismo e as questões de gênero na arte.
Quem pode falar sobre o feminino? Por que o termo feminista ainda sofre tamanha recusa nas artes visuais? Existe arte feminista no Brasil? O objetivo deste evento é abordar de modo direto as questões de gênero nas artes visuais contemporâneas e sua relação com outras áreas de conhecimento, entremeando apresentações de performances com mesas-redondas.
O CCBB abrirá espaço para diálogos entre artistas brasileiras de diferentes gerações e pensadoras das áreas de Artes Visuais, Teatro, Literatura, Filosofia, História, Sociologia, Teoria da Comunicação, Jornalismo e Psicanálise.

PROGRAMAÇÃO

Dia 25.05

16h30- Térreo – Jaqueline Vasconcelos (SP)
Local: Foyer do cinema
O Corpo como alteridade do outro, o corpo QUE OLHA, como zoológico, animal e jaula. O corpo como estereótipo social. Alimentar humanos com meu corpo e continuar no procedimento. Essa performance faz parte da Série Mais um Pornô – arte, ativismo e encontro.
Procedimento performático:
Examinar ambiente por 15 minutos.
Toca buzina… Andar por uma caixa de areia de gatos, 15 minutos… Toca buzina… Andar com as calcinhas abaixadas mais 15 minutos e toca novamente a buzina. Andar de quatro 15 minutos e aguentar os animais. Mais 15 minutos deitada como ELA caiu, onde ELA caiu, com as calcinhas nos joelhos.
Duração: 60 minutos
Performer: Jack Soul Revenge Girl

17h30 – Início de distribuição das senhas na bilheteria.

17h40 4º andar – Anna Behatriz (Goiânia – Goiás)
Local: Hall do 4º andar.
Sinopse: Abdução para pequenas revoluções
Entendendo a performance como tempo efêmero em que se acumula passado e presente, esta ação pode ser uma pequena eternidade em estado de transformação. Sentada num banco, chumaço de cabelo volumoso no colo (são restos de cabelos de pessoas desconhecidas), segura com os braços, boca aberta constantemente, até o limite, baba escorrendo (entre choro abismal e sarcasmo), ação até o cabelo ficar todo encharcado, agarrar o chumaço com a mão direita, levantar do banco, levantar a mão direita que segura o chumaço/escalpo úmido, ficar nesta posição até o limite em que o braço-corpo não se sustenta mais. Quando nos deparamos com o cabelo, esta materialidade deslocada do seu lugar habitual que seria a cabeça, ali onde está o crânio, algumas sensações contraditórias, adversas podem surgir. Algo se passa entre sujeito e o cabelo. Em ‘Abdução para pequenas revoluções’, há um lugar em que este corpo se coloca em uma vertiginosa experiência de movimentos/espasmos, estados limítrofes, ambíguos, a partir desta confrontação ‘corpocabelo’. O cabelo é supostamente a última materialidade do corpo a se deixar abandonar na perspectiva da frase espantosa: “quando a pessoa morta é enterrada o cabelo continua crescendo debaixo da terra”, diante dessa lenta decomposição, há um absurdo, um movimento de criação de si. Abdução, uma palavra emprestada dos estudos anatômicos do braço, movimento deste que se afasta da linha média do corpo e neste contexto da performance, se reconfigura pela ideia de resistência de um corpo-mulher em devir.
Duração: 30 min

18h30Mesa-redonda > Olha quantas mulheres na arte brasileira
Palestrantes: Heloísa Buarque de Hollanda e Ana Paula Cavalcanti Simioni. Mediação de Roberta Barros

Retirada das senhas 1 hora antes na bilheteria do CCBB

 

 

 

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