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Música

Invasão Baiana

15.08 a 23.08
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Saiba mais sobre o evento

O Festival tem o foco apontado para uma geração efervescente e multifacetada, que se apropria das raízes clássicas da Bahia e se associa a grandes nomes da música local para criar uma sonoridade única e contemporânea, que mistura influências variadas: rock, pop, dub, hip hop, ritmos afro-brasileiros. Dividirão o palco montado na Praça dos Correios nomes como Vivendo do Ócio, Baiana System, Retrofoguetes, Tom Zé e Pepeu Gomes.

Capacidade: 900 lugares, sendo: 300 sentados.

Programação:

Sábado, 15 de agosto, às 21h – BaianaSystem & Pepeu Gomes l DJ Mauro Telefunksoul

Domingo, 16 de agosto, às 16h – Marcia Castro l OQuadro

Sábado, 22 de agosto, às 21h – Tom Zé l DJ Lord Breu

Domingo, 23 de agosto, às 16h – Retrofoguetes l Vivendo do Ócio

 

Mais informações sobre os artistas:

BaianaSystem

Com um pé na Jamaica e outro na Bahia, a BaianaSystem, projeto idealizado pelo músico Robertinho Barreto, explora novas possibilidades da guitarra baiana, cruzando-a com diversos elementos do dub. A singular guitarrinha, criada na Bahia em meados dos anos 40, foi responsável pelo surgimento de uma linguagem instrumental totalmente nova, usada em frevos, choros e até rock, vide o grande Pepeu Gomes, que faz participação especial no show.

Acompanham Barreto na banda o vocalista Russo Passapusso, o baixista e também produtor musical do grupo Marcelo Seco, o percussionista Ícaro Sá, o DJ João Meirelles e a DJ Mahal Pita, que fica a cargo das bases e dos dubs. Desde o lançamento de seu primeiro álbum, homônimo, em 2010, e do EP Pirata (2013), o grupo tem se apresentado em palcos como New Orleans Jazz Festival, nos Estados Unidos, o Global Fest em New York, festival F ujirock no Japão, além de passagens pela Rússia, Dinamarca, China e França.

Nos próximos meses lançam seu próximo CD, com produção do paulista Daniel Ganjaman, que assina trabalhos da Nação Zumbi, Otto e Criolo, entre outros artistas. “Ver o BaianaSystem ao vivo é uma experiência obrigatória para quem gosta de boa musica. A mistura dos graves com a guitarra baiana é única e certamente um dos melhores shows do Brasil”, comenta Pedro Seiler.

 

DJ Mauro Telefunksoul

Com mais de 20 anos de carreira, o DJ e produtor musical Mauro Telefunksoul é um dos maiores divulgadores do bahia bass, a fusão da vertente eletrônica bass music com influências regionais baianas que tem ganhado o mundo. Tanto é que entre as mais recentes aparições de seu trabalho estão programas das rádios BBC 1’s Stories e A Tropical Beats, ambas de Londres. Telefunksoul assina a curadoria da coletânea Bahia Bass vol 1, que saiu pelo selo paulista Braza Music e acaba de lançar o EP ÄfroxéBA$$.

“Pagode baiano, os blocos afros e afoxés, o samba de roda do Recôncavo, o próprio axé Music…Tudo isso são influências do novo gênero eletrônico conhecido como bahia bass, o novo fenômeno da música baiana. E o Mauro é uma espécie de embaixador do estilo”, comenta Chico Dub.

 

Marcia Castro

Desde que lançou o CD Pecadinho, em 2007, a música de Marcia Castro tem dado o que falar: foi indicada ao Prêmio TIM/2008 como melhor cantora de pop-rock; se apresentou no Montreux Jazz Festival; teve a música “Queda” incluída em novela da Rede Globo; foi convidada pela diva argentina Mercedes Sosa a participar de seus shows na Alemanha, Israel e Brasil.

Em 2012, lançou de De pés no chão, álbum que reúne clássicos como “Preta pretinha”, dos Novos Baianos, a raridades garimpadas em suas pesquisas sonoras, como “Catedral do inferno”, de Cartola e Hermínio Bello de Carvalho, e em 2014 “Das Coisas que Surgem”, com produção musical do paulista Gui Amabis e distribuição da Sony Music, álbum em que estreia como compositora.

Agitadora cultural, Marcia promove nos verões baianos o projeto “Pipoca Moderna”, reunindo no mesmo palco diversos artistas, como Gilberto Gil, Caetano Veloso, Ney Matogrosso, Otto, Baby do Brasil, Luiz Melodia e Elza Soares, entre outros. Pedro Seiler dá suas impressões: “Marcia vem se destacando com uma das mais importantes vozes da nova MPB. Seus shows, com a experiencia dos ensaios do Pipoca, são imperdiveis!”.

 

OQuadro

OQuadro é uma das bandas baianas representantes da tendência do hip hop intitulada de nova escola (new school), que busca inovações sonoras a partir do diálogo com outros estilos musicais e movimentos culturais. As composições do grupo oscilam entre o local e o universal, vão do ijexá ao afrobeat, sem deixar de ser rap. Lançaram em 2012 seu CD de estreia pelo selo Coaxo do Sapo, com direito a participação especial de seu fundador, o músico Guilherme Arantes, convidado do disco em algumas faixas, assim como a MC paulistana Lurdez da Luz e o baiano Dimak. O grupo trabalha no próximo disco, que deve sair ainda neste ano, e já rendeu três singles inéditos lançados virtualmente. Participam de duas coletâneas europeias, Brazilian music export e Bahia music export vol 3.

“Mesmo com apenas um álbum no currículo, OQuadro já é um dos novos artistas baianos com mais experiência internacional. Já tocaram em diversas oportunidades no Reino Unido e recentemente voltaram de uma gig no dinamarquês Roskilde, um dos mais importantes festivais do mundo. Detalhe: OQuadro irá fazer sua estreia no Rio!”, afirma Chico Dub.

 

Tom Zé

Um dos nomes mais importantes da música brasileira e participante ativo do movimento da Tropicália nos anos 60, Tom Zé se apresenta com repertório que condensa seus quase 50 anos de carreira, acompanhado por Rogério Bastos (bateria), Daniel Maia (guitarra e vocal), Cristina Carneiro (teclados e vocal), Jarbas Mariz (percussão, bandolin, viola 12 cordas, vocal), Felipe Alves (baixo, vocal) e Lia Aroeira (voz). Augusta, Angélica e Consolação, Nave Maria, Parque industrial e São São Paulo, são esperadas no show, entre outras músicas. “Nosso maior provocador, nosso maior mestre na arte de explicar para confundir, esse é o Tom Zé”, conclui Chico Dub.

 

Lord Breu

Baiano de Salvador, Lord Breu é um DJ e produtor que mantém sua atenção voltada para a bass music global de tendências tropicais. Elementos da cultura afro-baiana são comuns em muitas de suas produções, que passeiam por trap, twerk, moombahton e bahia bass. Seu primeiro EP, Futurafro, foi destaque em alguns dos principais veículos internacionais desses estilos, como Generation Bass, Mad Decent e Tropical Bass.

“O Lord Breu nunca tocou no Rio e tenho certeza que seu som, logo após Tom Zé, fará todo o sentido do mundo, afinal de contas, ambos são tropicalistas absolutos!”, diz Chico Dub.

 

Retrofoguetes

Surf music, rockabilly, jazz, polca e música latina e inspirações em literatura, cinema e HQs de ficção científica se misturam na sonoridade singular dos Retrofoguetes. O resultado é uma música instrumental pop e extremamente visual, como a trilha sonora de um filme imaginário.

Desde sua criação, em 2002, a banda vem colecionando elogios da imprensa, prêmios e participações em importantes festivais, entre eles Abril Pro Rock, Virada Cultural deSão Paulo, Goiânia Noise e Festival de Verão de Salvador.

Com nova formação, Rex (bateria), Morotó Slim (guitarra), Julio Moreno (guitarra) e Fábio Rocha (baixo) -, o grupo mostra seus dois CDs lançados, Ativar Retrofoguetes (2003) e Chachachá (2009), este último considerado pela revista Rolling Stone como um dos 25 melhores discos nacionais do ano e indicado Prêmio VMB, da MTV, e apresenta ainda o repertório do próximo álbum, Dramascope vol. 1, em fase de gravação.

“Surf music, rock instrumental, ska…fazendo uma mistura de ritmos o Retrofoguetes vem ao Rio pela primeira vez!”, comenta Seiler.

 

Vivendo do Ócio

Jajá Cardoso (vocal e guitarra), Dieguito Reis (bateria), Luca Bori (baixo e vocais) e Davide Bori (guitarra) são mais do que uma banda: formam uma família roqueira com fãs por todo o Brasil. O quarteto vive junto em São Paulo desde que saiu da Bahia e assinou um contrato com a gravadora DeckDisk. Desde então, sua música com influências de rock inglês e punk rock, mas que não deixa de beber em inspirações brasileiras que vão de Raul Seixas a João Gilberto e Luiz Gonzaga, tem arrastado fãs por todo o Brasil. Lançaram três álbuns de estúdio, levaram para casa diversos prêmios, entre eles quatro VMB, da MTV, entraram para listas de melhores shows e discos do ano de publicações como a Folha de SP e integraram o line-up do festival Lolapalooza Italia. Na apresentação, mostrarão também o repertório do novo CD, “Selva Mundo”, em fase de finalização. “Em quase 10 anos de estrada, o Vivendo do Ócio é o maior representante do “novo” rock baiano, com apresentações incendiárias”, finaliza Pedro.

 

 

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Invasão_BAIANASYSTEM_CARTAXO1 - Crédito Filipe Cartaxo

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