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Ideias

IV PRIMAVERA LITERÁRIA

15.08 a 18.08
  • Horário

    de 10h às 22h

  • Ingresso

    Entrada Franca

  • Como chegar

    Visualizar
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Saiba mais sobre o workshop

Belo Horizonte recebe pela 4ª vez a Primavera Literária, uma festa do livro e da literatura que reúne mais de 40 editoras independentes e programação intensa de bate-papo com autores, oficinas, contação de histórias e palestras. A Primavera Literária é uma iniciativa da Libre – Liga Brasileira de Editora.

As atividades estão sujeitas a lotação.

 

PROGRAMAÇÃO IV PRIMAVERA LITERÁRIA NO CCBB – BELO HORIZONTE

 

Quinta-feira, 15 de agosto

10h – O mercado editorial em tempos da cólera

Local: sala 206

A celebração do obscurantismo e o ataque a instituições e pessoas que se dedicam a pensar e a discutir o espaço, o tempo e as relações que vivemos são marcas do Brasil atual. Nesse contexto, como lidar com os limites entre a sobrevivência editorial e o compromisso com o conhecimento e com as narrativas que refletem um mundo mais complexo e diverso que o anunciado pelo senso comum?

Raquel Menezes (Editora da Oficina Raquel e Presidente da Libre)

Rejane Dias (Publisher Grupo Autêntica)

Alencar Perdigão (Livreiro da Quixote)

Mediação: Leonardo Neto (Publishnews)

10h30 – Faça você mesmo seu bicho mais poderoso do mundo, oficina com Bruna Lubambo

Local: Pátio

Indicação etária: para todas as idades.

Oficina de ilustração com colagem utilizando o mote do livro “O Bicho mais poderoso do mundo”, Ed. Aletria. Na oficina os participantes são convidados a construir bichos super poderosos inventados a partir de partes de diferentes bichos. A ilustradora/oficineira irá disponibilizar caixinhas com diferentes partes de corpos de animais (retirados do livro “O Bicho mais poderoso do mundo”): caixas de orelhas, caixa de patas, caixa de focinhos e por aí vai. Ao fim do processo cada criança dá um nome super-sensacional e maluco para seu bicho mais poderoso de todos!

11h30 – A construção de um caminho comum para bibliotecas e mercado editorial

Local: sala 206

O mercado editorial brasileiro, especialmente sua produção infantil e juvenil, funciona, não exclusivamente, mas em grande medida, em torno de políticas de aquisição de livros para bibliotecas públicas e escolares. Em nosso atual contexto, como pensar essa relação, considerando aspectos como liberdade de expressão, financiamento e compromisso com um projeto amplo e longevo de formação de leitores e fortalecimento das bibliotecas?

Volnêi Canônica (Pres. do Instituto de Leitura Quindim),

Samuel Medina (Fundação Municipal de Cultura de Belo Horizonte/MG)

Guilherme Relvas (ex Diretor do Departamento de Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas)

Viviane Maia (Gerência de Bibliotecas da Smed)

Mediação: Rosana Mont’Alverne (Mestre em Educação e Editora-fundadora da Aletria)

13h30 – Os independentes no mundo

Local: sala 206

As pequenas editoras, chamadas também de “independentes”, desempenham importante papel no cenário brasileiro e na vida cultural do país, criando brechas para autorias, narrativas, experimentações estéticas e sistemas de pensamento que, por motivos distintos, não são acolhidos por grandes casas editoriais. A sustentação de projetos com essas características muitas vezes vem marcada por instabilidade financeira e limitações no alcance de sua produção, deixando como questão perene a existência de caminhos para sua manutenção e crescimento.

Fernanda Dantas (Gerente de Relações Internacionais da CBL e Brazilian Publishers)

Nathan Magalhães (Editora Moinho)
Mediação: Ricardo Costa (Metabooks)

15h – Novas formas de ver e fazer o livro

Local: sala 206

A criação, a produção e a circulação de livros, em vários de seus aspectos, se reinventam todos os dias. A tecnologia permite que autores criem também com a materialidade, compondo narrativas e convidando os leitores a experimentações, ao mesmo tempo que projetos se viabilizam via financiamento coletivo e circulam em formatos impressos e meios digitais, alcançando maior número de pessoas. Como garantir espaço para tantas maneiras de publicar e acessar livros, garantindo a cada modelo sua especificidade?

Camila Cabete (Publisher Kobo)

Raissa Pena (Catarse)

Vera Lúcia (Forma Certa)

Cassia Carrenho (Diretora LabPub)

Mediação Carolina Rodriguez (Libre)

15h – Contação de histórias: 50 anos de Flicts, com Mariana Jacques

Local: Pátio

Mariana Jacques apresenta Flicts, de Ziraldo, publicado pela primeira vez em 1969, atravessou décadas como um clássico da literatura infantil, e neste ano completa 50 anos. O espetáculo sobre a cor que não encontra seu lugar no mundo já ganhou vários prêmios e rodou o país. De forma poética e sensível, a obra nos possibilita múltiplas interpretações e pode ser apreciada pelo público de todas as idades.

16h – Conversa com autor: Diversos poetas falam sobre a coleção Boca na Palavra, Vias do canto

Local: Pátio

Boca na palavra, Vias do canto é resultado da reunião de sete minilivros. Juntos são mais do que a potência de cada um solo, mas também formam outra coisa: uma rede, um mapa movente. Trata-se de uma coleção de poemas de sete poetas – Ana Elisa Ribeiro, Ângela Vieira Campos, Olga Valeska, Mário Alex Rosa, Rogério Barbosa, João Batista Santiago Sobrinho e Wagner Moreira –, que apresentam seus livros-pares, respectivamente, Fuga de cores, Migrância, Despojos, Cabeça inclinada, Sequências (fábulas e alegorias), Tésseras e breu. Não por acaso – ou justo por acaso –, são todos os autores e autoras, de alguma forma, parte do corpo docente do Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (CEFET-MG), onde a poesia resiste a todas as investidas do mundo e onde os estudos de edição grassam. O fato de estarem encontrados naquele espaço é, sem dúvida, uma das origens deste livro-força. Cada um desses livros e poetas mostra aqui uma voz, no timbre que desejaram dar ao projeto, agora publicado pela Impressões de Minas.

17h – A reinvenção do ofício de fazer e vender livros em pequenas editoras

Local: sala 206

“Crise” é uma palavra que sempre se aplica ao Brasil, mas reverbera de maneira distinta na área cultural. Especificamente no campo editorial, diz da complexa tarefa de publicar livros sem grande apelo comercial e fazer com que eles cheguem às livrarias e a seus possíveis leitores. Em meio a tentativas de sobrevivência as mais diversas, algumas pequenas editoras têm desenvolvido projetos sofisticados e exitosos, contribuindo para o fortalecimento da bibliodiversidade e para a reinvenção de um segmento no meio editorial. Como trabalham esses editores?

Walisson Gontijo (Editora Impressões de Minas)

Maíra Nassif (Editora Relicário)

Mediação: Lizandra Magon (Editora Polén)

17h – Conversa com autor: Ana Faria fala sobre o livro O caminho de Casa (Editora Letramento)

Local: Pátio

19h – Duelo de MCs

Local: Pátio

Na programação da Primavera Literária de Belo Horizonte, a Família de Rua realiza uma edição especial do Duelo de MCs, convidando improvisadores/ras de destaque na cena da cidade para batalhas de versos livres inspiradas pelas temáticas do festival.

 

Sexta-feira, 16 de agosto

10h – Censura a livros infantis: 50 tons de cinza da moral e dos bons costumes

Local: sala 206

No universo da literatura infantil a temática das diferenças tem adquirido uma grande relevância nas duas últimas décadas, avolumando-se ano a ano o acervo de livros que exploram, em suas narrativas, diferenças étnicas, etárias, sexuais, de gênero, de conformação corporal etc. É possível perceber, inclusive, a constituição de nichos literários específicos que contemplam algumas diferenças, através da adjetivação do próprio substantivo literatura, como é o caso da literatura indígena, a literatura negra, a literatura surda, por exemplo. Paralelamente a esse fenômeno, também a tesoura do politicamente correto vem fazendo seus recortes dolorosos, excluindo obras de alta qualidade literária sob o pretexto de ferirem credos, a moral e os costumes. A censura à literatura infantil é um velho fantasma que volta à cena contemporânea e a palestrante vai apresentar alguns casos específicos, mostrar como se manifestou a censura a livros na história e apresentar pontos para reflexão e debate.

Com Rosana Mont’Alverne (Fundadora do Instituto Cultural e Editora Aletria e mestre em Educação pela UFMG)

11h – Contação de histórias Meu Baú de histórias com Paulo Fernandes

Local Pátio

Como é gostoso ouvir histórias. É o primeiro contato da criança com a magia das narrativas orais: a voz, sua melodia, entonações e descobertas de um mundo maravilhoso.

Escutar histórias é o início da aprendizagem para ser um leitor. E quando uma pessoa querida nos conta uma boa história? Por exemplo os nossos avós. Hum… conhecemos outros lugares, outras culturas, outras ideias, um tempo infinito na imaginação.

14h – Livros informativos na escola: conhecer e saber, para além de estudar

Local: sala 206

Muitas vezes confundidos com os paradidáticos, que têm como objetivo aprofundar o conteúdo específico trabalhado em sala de aula, os chamados livros informativos ainda se apresentam como novidade no Brasil e, principalmente, nas escolas. Que lugar podem ter junto a crianças e adolescentes, para além do recorte disciplinar, livros que tratam de quem somos, de onde vivemos e de como nos relacionamos, tendo em vista a história, a cultura e a natureza?

Andrea Viviana Taubman (Escritora)

Sara Villas (Professora e bibliotecária Escola da Serra)

Mediação: Jéssica Tolentino (Mestre em Literatura)

16h – O leitor do livro ilustrado

Local: sala 206

Mais que a leitura do texto verbal, os livros ilustrados convocam o leitor a construir sentidos a partir da conjugação de distintos elementos narrativos: palavras, ilustrações, formatos, materiais… Engraçados, poéticos, enigmáticos, desafiadores: que exigências os livros ilustrados fazem a seus leitores, independentemente da idade que tenham?

Marilda Castanha (Escritora e ilustradora)

Nelson Cruz (Escritor e ilustrador)

Mediação: Júlia Zuza (Doutora em literatura infantil)

17h – Conversa com autor: Marismar Borém e Ricardo Figueiredo falam do livro Chico, a piaba do Rio São Francisco (Cora Editora)

Local: Pátio

Essa é a história do Chico, uma Piaba que sonhava conhecer as belezas e biodiversidade do Rio São Francisco. Contudo, nosso protagonista acabou por se deparar com um rio que agoniza, que sofre males como o esgoto não tratado e o lixo lançado em seu leito, o assoreamento e a mortandade de peixes. Adversidades que não o desanimaram e contribuíram para o tornar um porta-voz das bonitezas e mazelas que abatem o “Velho Chico”.

18h30 – Mulheres na edição e na literatura: voz & silenciamento, existência & apagamento

Local: Pátio

Ana Elisa Ribeiro (Escritora, Doutora em Linguística Aplicada pela UFMG, Professora do CEFET-MG e Coord. Grupo Mulheres na Edição)

Maria do Rosário Alves Pereira (Professora doutora do CEFET-MG)

Paula Renata Melo Moreira (Doutora em Estudos Literários pela UFMG e Professora do CEFET-MG)

19h – Slam das Manas

Local: Pátio

Slam Manas BH é uma competição de poesia falada, realizada com jurades e notas…  garantindo uma vaga na competição estadual. Nossa organização é composta apenas por mulheres, assim como a disputa. Essa disputa é aberta para as manas que desejam participar usando a voz, o corpo e a palavra como forma de existência, autonomia e resiliência. A Coletiva Manas é construída por mulheres artistas, produtoras, estudantes, trabalhadoras… que desenvolvem diversas atividades artísticas, relacionadas à poesia, teatro, dança, música, artes visuais, audiovisual, entre outras áreas…Colocamos em pauta nossas mentes, corpos e vivências nas questões de gênero, sexualidade, cor e religião no meio social, político, econômico e cultural. Somos muitas e caminhamos juntas!

 

Sabado, 17 de agosto           

10h – Literatura para a infância

Local: sala 206

Pensar em livros ou em literatura para crianças pressupõe distintas concepções de infância. Uma das questões mais significativas se coloca sobre o desejo dos pequenos pelo que nós, adultos, consideramos infantil, e pode ser traduzida na prescrição de formas e temas. Em que crianças e infâncias está ancorada a literatura infantil brasileira?

Neusa Sorrenti (escritora)

Tadeu Sarmento (escritor)

Caroline Carvalho (escritora)

Mediação: Fabíola Farias (Doutora em Literatura pela UFMG e leitora votante da FNLIJ)

11h – Contação de Histórias: Histórias Afrobrasileira com Anna Lirah e Tininho Silva

Local: Pátio

Nesta edição do Primavera Literária, Anna Lirah virá acompanhada do músico Tininho Silva, e traz histórias para celebrar a nossa cultura contando livros de literatura infantil afro brasileira de editoras mineiras, como “Nós de Axé”, de Janaína de Figueiredo, “Chico Juba”, de Gustavo Gaivota, e “O Mundo das Pessoas Coloridas”, de Caio Ducca, das editoras Aletria e Mazza, respectivamente.

12h – Literatura e feminismo

Local: sala 206

São muitas as lutas encampadas pelos movimentos feministas em todo o mundo. Dentre elas, está a reivindicação de mais condições para as escritas e as leituras de mulheres, considerando as possibilidades de publicação, circulação e visibilidade dessa produção, que, muitas vezes, é inferiormente hierarquizada em relação à literatura escrita por homens. Como fazer com que livros escritos por mulheres – brancas, negras, lésbicas, trans, indígenas… – sejam publicados e cheguem às mãos de leitores e leitoras?

Taís Bravo (Mulheres que escrevem)

Olivia Gutierrez (Leia Mulheres BH)

Mediação: Carol Magalhães (Editora da Quintal Edições)

13h – Contação de Histórias: 10 anos de Emengarda, a barata com Pierre André

Local: Pátio   

Emengarda é uma barata que sonha em se casar. Para atrair pretendentes, esta simpática baratinha é capaz até de mentir. Mas descobre, mais tarde, que o verdadeiro encontro está na sinceridade. Uma encantadora história que traz as várias versões desse popular personagem que é a Dona Baratinha.

14h – Os domínios da ficção

Local: sala 206

Pensar o objeto da ficção é, por si só, um exercício de escrita. De que tratam ou podem tratar textos ficcionais? Como definir “ficção” contemporaneamente?

Ricardo Lísias (escritor)

Carla Madeira (escritora)

Mediação: Maria Fernanda (jornal Estado de São Paulo)

15h – Conversa com autor:  Marcos Antônio Alexandre, fala sobre a obra O Teatro Negro em Perspectiva (Editora Malê)

Local Pátio

A partir da publicação do livro O teatro negro em perspectiva: dramaturgia e cena negra no Brasil e em Cuba pretende-se discutir sobre os campos de atuação do teatro negro contemporâneo no campo da cena e da dramaturgia, refletindo sobre os distintos lugares de fala que têm sido pautados pelos artistas negros.

16h – Contação de histórias: Kamishibai com Sandra Lane e Vilmar de Oliveira

Local: Pátio

A contadora de histórias Sandra Lane e o músico Vilmar de Oliveira, propõem trazer para a Primavera Literária, um jeito japonês da arte de contar histórias: o Kamishibai. Essa antiga forma popular da arte de contar histórias, possui um apoio visual, que combina o uso da sucessão de desenhos em papel, que vão sendo trocados conforme a história é contada. O nome vem das palavras Kami (纸), que significa papel, e shibai (芝 居), que significa drama/teatro. Portanto, Kamishibai quer dizer “Teatro de papel”. Esta técnica de contar histórias é uma tradição originada nos templos budistas do Japão. Nas primeiras décadas do século passado, o kamishibai era muito popular no Japão. Quando a TV surgiu, ele ficou esquecido.

Sandra e Vilmar, ao optarem contar histórias autorais e da cultura popular com a técnica do kamishibai, buscam divulgar uma milenar arte japonesa, fazer uma singela homenagem aos antigos contadores de histórias ambulantes e tentar contemplar por meio de uma conexão lúdica e visual, com as pessoas surdas e as pessoas com o transtorno de déficit de atenção.

16 às 19h – Oficina Texto e imagem: como compor um livro, oficina com Anna Cunha

Local: sala 206

17h30 – Conversa com o autor: Ricardo Faria fala sobre o livro Amor e Liberdade (Editora Letramento)

Local: Pátio

19h – Nosso Sarau

Local: Pátio

O grupo atua desde 2014 nas ruas de Sarzedo, município da Grande BH, com a proposta de reunir jovens artistas locais por meio da declamação de textos, de performances artísticas e da vivência em skate, slackline e outras formas de ocupação do espaço público. Ao final dos encontros, o Sarau também promove sorteios e empréstimos de livros, a fim de incentivar o hábito da leitura junto aos/às participantes. A troca de ideias é outro ponto forte do grupo, que tem estimulado as juventudes participantes a debaterem sobre temas que afetam diretamente suas vidas, inclusive em espaços formais de participação, como conferências, conselhos de juventude e audiências públicas na Câmara Municipal. A Praça da Estação e a pista de skate da cidade são os principais pontos de encontro do grupo, que também frequenta espaços de cultura, lazer e sociabilidade em outras cidades da Região Metropolitana.

Domingo, 18 de agosto        

10h – Literatura para que serve?

Local: sala 206

A indagação “para que serve a literatura?” está entre as questões mais perenes dentre as que rondam a criação e a leitura literária, além da produção teórica sobre o tema. Escritores, pesquisadores, críticos e leitores tentam, incansavelmente, responder à pergunta que deu origem a incontáveis romances, contos, poemas e ensaios, que atualizam, em grande medida, as angústias do tempo em que se vive. A literatura para que serve, hoje?

Lucas Guimaraens (escritor e Superintendente de Bibliotecas do Estado de MG)

Ana Martins Marques (escritora)

Mediação: José Eduardo Gonçalves (jornalista, curador escritor e editor da Coleção BH a cidade de cada um)

11h – Contação de Histórias: Brincar de morar em livro, com Alessandra Vissentin

Local: sala 206

O espetáculo de contação de histórias “Brincar de morar em livro” traz toda a magia contida nos livros e nas histórias. É uma apresentação lúdica que visa estimular a fantasia e a criatividade da meninada com as mais belas histórias. Histórias de fazer rir, histórias de fazer chorar, histórias de medo. Todas as histórias que podemos viver quando “entramos” dentro de um livro. Utiliza-se, ainda, de música e atividades de interação com o público. E surpreende ao apresentar uma casinha que nos permite “brincar de morar em livro”, uma vez que o público é convidado a entrar dentro dela e, lá, escolher a história que deseja ouvir.

12h – Rap e Poesia: a literatura está na rua!

Local: sala 206

Em um movimento que agrega diferentes vozes e abraça distintas pautas, a literatura vem ganhando as ruas, criando novas formas de circulação e ampliando sua ocupação na vida cultural das grandes cidades. De jovens poetas que se organizam em saraus e slams a publicações independentes, a cena literária se mostra cada vez mais diversa e inclusiva. E com a efervescente cena de rap em BH, as rimas

Nívea Sabino (poeta)

Douglas Din (rapper)

Roger Deff (jornalista e rapper)

13h – Contação de histórias Causos de Brasêro, com Marcelino Xibil Ramos.

Local: Pátio

Causos de Brasêro é um espetáculo cênico-musical onde os mais belos e divertidos causos são contados por um típico mineiro, orgulhoso de ser nascido e criado entre as montanhas. O ator e diretor Marcelino Ramos, intérprete do personagem central da trama, brinca que todo o

brasileiro adora ouvir e contar causos, mas os mineiros, em exceção à regra, são viciados.

“Experimentar a vida, tendo a memória como fio condutor, é onde se encontra a essência de

Causos de Brasêro”, diz Marcelino.

14h – A arte dos quadrinhos

Local: sala 206

O termo “histórias em quadrinhos” se apresenta como um grande guarda-chuva para uma produção que é grande e complexa. De histórias infantis clássicas, como as da Turma da Mônica, a obras de grande sofisticação estética, palavras e imagens convidam os leitores a narrativas diversas, que podem se apresentar como entretenimento e também como possibilidade de experienciar angústias, medos, desejos e sonhos que nos fundam e definem a nossa humanidade.

Aline Lemos (Quadrinista)

Jão (Realizador da Feira Faísca)

Mediação Marcelo Miranda ( Jornalista cultural)

14h – Desenvolvimento de personagens e construção de narrativas

Local: Pátio

D Valenti

Nahra Mestre

Jéssica Macedo

16h – Prosa negro-brasileira contemporânea

Mirian Cristina dos Santos

Local Pátio

O papel da mulher negra enquanto intelectual engajada na luta pela transformação da sociedade brasileira, a partir de narrativas escritas por mulheres negras na contemporaneidade, principalmente Conceição Evaristo/ Miriam Alves e Cristiane Sobral.

17h – Como sobreviverá a nossa democracia?

Local: sala 206

A discussão sobre a sobrevivência da democracia brasileira se sustenta em duas premissas: a primeira, que ela existe; e a segunda, que ela corre riscos. Mas qual o nosso entendimento de democracia, para além do voto em eleições diretas de representantes nos poderes executivo e legislativo? Do que falamos, efetivamente, quando falamos em democracia?

Macaé Evaristo

Rodrigo Patto

Mediação: Haroldo Ceravolo (Editora Alameda)

19h – Slam Clube da Luta

Local: Pátio

O Slam Clube da Luta, o primeiro de Minas Gerais, é uma competição de poesia falada em que qualquer pessoa pode competir, desde que tenha pelo menos 03 poemas autorais, de até 03 minutos recitados, cada. A performance de cada poeta é julgada por 05 jurades, escolhides no momento da competição, que dão notas de 0,0 à 10,0. Sem usar figurino, elemento de cena ou acompanhamento musical, xs poetas se revezam no microfone em três rodadas, quando se descobre quem vence. Desde 2014, o Slam Clube da Luta já tirou 02 representantes que foram à Paris, França, disputar a Copa do Mundo da Poesia, representando o Brasil na Modalidade. Além disso é responsável pelo Slam MG, que tira representantes, todos os anos, para o Slam BR, a etapa nacional. Sempre pedimos ao público que leve “presentes” para quem vencer. Pode ser um livro, um abraço, um souvenir, qualquer coisa, desde que seja de coração! À luta, à voz.

 

 

 

 

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