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Teatro

Mostra Solos e Monólogos no CCBB

28.03 a 21.05
CP

Saiba mais sobre a peça

A Mostra reúne espetáculos cênicos inscritos e selecionados no Edital de Seleção Pública de Projetos Culturais do CCBB. A cada semana ocorrem três sessões dos espetáculos: “Como Todos os Atos Humanos” (SP); “Homem-Bomba” (MG); “Coisas Boas Acontecem de Repente” (MG); “Sapato Bicolor” (MG); “Muro de Arrimo (SP); “A Hora e Vez” (SP); “Eugênia” (RJ); “Ffobia Setor” (SP) e “Galo Índio” (SP)

 

PROGRAMAÇÃO:

Março
Dias 28, 29 e 30 – Como Todos os Atos Humanos

Abril
Dias 4, 5 e 6 – Homem-Bomba
Dias 11, 12 e 13 – Coisas Boas Acontecem de Repente
Dias 18, 19 e 20 – Sapato Bicolor
Dia 18 – Debate com o crítico teatral Welington Andrade – Imediatamente após apresentação de “Sapato Bicolor”
Dias 25, 26 e 27 – Muro de Arrimo

Maio
Dias 2, 3 e 4 – A Hora e Vez
Dias 9, 10 e 11 – Eugênia
Dias 16, 17 e 18 – Ffobia Setor
Dias 19, 20 e 21 – Galo Índio
Dia 19 – Debate com o crítico teatral Welington Andrade – Imediatamente após apresentação de “Galo Índio”
Horário:
Segunda a sábado, exceto terça, às 20 horas
Domingo às 18 horas

 

SINOPSES:

Como Todos os Atos Humanos
Datas: Dias 28, 29 e 30 de março, de quarta a sexta-feira, às 20 horas.
Duração – 60 minutos.
Recomendado para maiores de 16 anos
Dramaturgia e atuação: Fani Feldman.
Direção: Rui Ricardo Diaz
Assistência de direção: Plínio Meirelles.
Preparação: Antônio Januzelli. Iluminação: Osvaldo Gazotti
Cenário/Figurino: Daniel Infantini. Idealização: Cia. do Sopro. Produção: Quincas Artes

A atriz Fani Feldman abre a mostra com o solo Como Todos os Atos Humanos. A peça da Cia do Sopro, com direção de Rui Ricardo Diaz e dramaturgia da própria atriz, mostra uma filha, que relata ao público o seu crime. Sem tempo definido, sem nada além do aspecto lúdico pautado por uma lógica própria, no espetáculo o realismo fantástico amplia o espaço entre o real e o território abstrato.

Homem-Bomba
Datas: Dias 4, 5 e 6 de abril, de quarta a sexta-feira, às 20 horas
Duração – 60 minutos
Recomendado para maiores de 12 anos
Direção, trilha sonora e atuação: Luiz Arthur
Cenário: Cynthia Paulino e Luiz Arthur
Iluminação e coordenação técnica: Marina Arthuzzi
Figurino: Cynthia Paulino
Adereços: Mauro Gelmini
Maquiagem: Linda Paulino
Arte: Samara Martuchelli
Fotos: Catarina Paulino
Realização: Companhia Teatro Adulto.

Os mineiros da Companhia Teatro Adulto sobem ao palco com o solo Homem-Bomba. Texto de Cynthia Paulino livremente inspirado no clássico O Estranho Caso de Dr. Jekyll e Mr. Hyde, de Robert Louis Stevenson, o espetáculo tem direção e atuação de Luiz Arthur. Em um mundo desigual, cada vez mais parecido com um grande abatedouro, um homem quer compreender os vários “eus” que o habitam e utiliza, para realizar o seu intento, métodos nada convencionais.

Coisas Boas Acontecem de Repente
Datas: Dias 11, 12 e 13 de abril, de quarta a sexta-feira, às 20 horas.
Duração: 80 minutos
Recomendado para maiores de 12 anos.
Dramaturgia, direção, cenário, trilha sonora e atuação: Cynthia Paulino
Iluminação: Luiz Arthur
Figurino: Ananda Sette Camara, Cynthia Paulino e Jonnatha Horta Fortes
Coordenação técnica: Marina Arthuzzi
Maquiagem: Linda Paulino
Arte: Samara Martuchelli
Fotos: Catarina Paulino
Realização: Companhia Teatro Adulto.

Coisas Boas Acontecem de Repente, outra montagem da Companhia Teatro Adulto, de Minas Gerais. Com dramaturgia, direção e atuação de Cynthia Paulino, o solo conta a história da anti-diva MamaCy, que diz tudo o que lhe vem à cabeça, antes do início de seu show de volta aos palcos. Sem papas na língua, ela reflete sobre o poder do feminino, a passagem do tempo, a saudade do filho, seus poetas preferidos e muito mais. O texto de Cynthia Paulino é uma livre adaptação de manifestos, entrevistas, músicas e textos da anti-diva Karine Alexandrino, a Mulher Tombada.

Sapato Bicolor
Data: Dias 18, 19 e 20 de abril, de quarta a sexta-feira, às 20 horas.
Duração: 60 minutos.
Recomendado para maiores de 10 anos.
Atuação e concepção: Fabiano Persi
Direção: Polyana Horta
Texto e Dramaturgia: Edu Costa e Fabiano Persi
Trilha Sonora: Marcus Frederico e Fabiano Persi
Iluminação: Polyana Horta
Concepção Cenográfica: Fabiano Persi
Voz Off: Davi Caetano e Edu Costa
Produção executiva: Polyana Horta.

Sapato Bicolor é uma montagem com atuação de Fabiano Persi, que divide a dramaturgia com Edu Costa e direção de Polyana Horta. Um engraxate em meio a reflexões sobre a sua vida, seu passado e sua ligação incondicional com a Soul Music tem sua dignidade retratada no microuniverso de quem muitas vezes é invisível para uma sociedade excludente, e que encontra na dança seu alento e seu norte. Os pés ocultos naqueles sapatos carregam o homem pela vida, para o trabalho ordinário e de volta ao baile.

Muro de Arrimo
Datas: Dias 25, 26 e 27 de abril, de quarta a sexta-feira, às 20 horas
Duração: 50 minutos
Recomendado para maiores de 12 anos
Texto: Carlos Queiroz Telles
Direção: Alexandre Borges
Elenco: Fioravante Almeida
Locução: Cléber Machado
Trilha Sonora: Otto
Concepção Luz: Guilherme Bonfanti
Concepção Cenário e Figurino: Carila Matzenbacher
Direção de vídeo: Rubens Rewald e Laysa Diniz
Coaching: Madalena Bernardes
Preparação Corporal: Wolfegang Parnek
Direção de Cena: Mauro Nascimento
Preparação Pedreiro: Mauro Nascimento
Sound Design: Dipa
Fotos: Lenise Pinheiro
Assistente de Direção: Selma Kiss. Co
Produção Trilha: Pupillo
Assistente de Iluminação: Grissel Piguillem Manganelli
Operador de Luz: Fagner Lourenço / Anderson Vital
Técnico de Áudio: Vitor Moraes. Música “Samba Muro de Arrimo” (Pupillo, Otto, Régis Damasceno, Rodrigo Campos) | Música “Corinthians” (Pupillo, Rodrigo Campos, Márcio Arantes, Régis Damasceno, Otto) | Música “Que Bonito é” (Márcio Arantes). Locuções Off de Cléber Machado, Alexandre Borges, Fioravante Almeida, Otto, Madalena Bernardes e Wolfgang Pannek. Músicos: Pupillo, Rodrigo Campos, Régis Damasceno, Otto e Márcio Arantes.
Direção de Produção: Camila Bevilacqua.
Coordenação geral do projeto: FLO Entretenimento.
Realização: FLO Entretenimento.

Com direção de Alexandre Borges, o texto de Carlos Queiroz Telles, Muro de Arrimo revive a Copa do Mundo por meio do personagem, o pedreiro Lucas, na interpretação de Fioravante Almeida. Ele está no alto de um prédio ouvindo, no seu radinho de pilha, o locutor – Cléber Machado, que faz uma participação em off – falando sobre o fatídico jogo entre Brasil e Alemanha. Enquanto trabalha, contrasta euforia e meditação, já que apostou meio salário na vitória do Brasil.

A Hora e Vez
Data: Dias 2, 3 e 4 de maio, de quarta a sexta-feira, às 20 horas.
Duração – 60 minutos.
Recomendado para maiores de 16 anos.
Adaptação e atuação: Rui Ricardo Diaz.
Direção e Figurino: Antônio Januzelli.
Assistência: Fani Feldman.
Iluminação: Osvaldo Gazotti.
Pesquisa de Vocábulo Regional: Joaquim Dias da Silva.
Estudo de Teatro Físico: Luis Louis.
Arte Gráfica: Ideografia Soluções Gráficas.
Acervo de figurino: Roupa de Santo.
Produção: Quincas Artes.
Idealização: Cia. do Sopro.

Sucesso de público e crítica A Hora e Vez, da Cia do Sopro, direção de Antônio Januzelli, adaptação e atuação de Rui Ricardo Diaz a partir do conto A Hora e Vez de Augusto Matraga, de João Guimarães Rosa. Depois de cair na emboscada liderada por Major Consilva, Nhô Augusto é dado como morto. Socorrido por um casal de pretos consegue sobreviver. Quando se recupera, vai viver longe do Murici e decide dedicar sua vida ao trabalho, à penitência e à oração. Depois de anos de reclusão, no povoado do Tombador, decide partir. O destino o leva ao Arraial do Rala-Côco, onde o reencontro com o amigo e poderoso cangaceiro, Seu Joãozinho Bem-Bem, será decisivo para o desfecho de sua história, de sua Hora e Vez.

Eugênia
Data: Dias 9, 10 e 11 de maio, de quarta a sexta-feira, às 20 horas.
Duração: 60 minutos.
Recomendado para maiores de 12 anos.
Texto: Miriam Halfin.
Direção: Sidnei Cruz.
Interpretação: Gisela de Castro.
Produção: Maria Alice Silvério.
Cenário: José Dias.
Figurinos, adereços, visagismo: Samuel Abrantes.
Trila sonora (criação e execução): Beto Lemos.
Preparação Vocal: Veronica Machado
Preparação corporal: Morena Cattoni.
Montagem/op. de luz: Rodrigo Bispo.
Operação de som/contrarregragem: George Luis.

Montagem do Rio de Janeiro, Eugênia tem texto de Miriam Halfin, direção de Sidnei Cruz e interpretação de Gisela de Castro. Na encenação, Eugênia sai do túmulo afirmando que está morta, porém está ótima e conta sua história tragicômica: nascida no Brasil em 1781 foi levada com 11 anos a Portugal para ser dama da corte de Carlota Joaquina. O príncipe regente Dom João VI faz dela sua amante. A corte do século XVIII se escandaliza com a gravidez da bela brasileira e ela é banida e exilada na Espanha. Morre aos 37 anos e sua filha, Eugênia Maria, vem ao Brasil para limpar o nome da família.

Ffobia Setor
Datas: Dias 16, 17 e 18 de maio, de quarta a sexta-feira, às 20 horas.
Duração – 50 minutos.
Recomendado para maiores de 14 anos.
Concepção e direção artística: Mirella Brandi x Muepetmo.
Intérprete e criação coreografica: Pedro Galiza.
Direção de produção: Dora Leão – PLATÔproduções.

Espetáculo de dança contemporânea que explora a tecnologia digital e a colaboração entre artistas de diversas linguagens na criação coreográfica para lançar um olhar poético acerca do corpo e das especificidades do nosso mundo atual de modo múltiplo e abrangente, Ffobia Setor, teve sua estreia na Alemanha no início de 2018. Com concepção e direção artística de Mirella Brandi x Muepetmo e interpretação e criação coreográfica de Pedro Galiza, o espetáculo explora fobias específicas, derivadas de síndromes de ansiedade que são peculiares no homem urbano contemporâneo. O resultado é uma narrativa que reúne um turbilhão de emoções provocadas no corpo por imagens, som e luz dentro de um ambiente imersivo que envolve espectador e artista, que se reflete e se define através da percepção do público.

Galo Índio
Data: Dias 19, 20 e 21 de maio, sábado e segunda-feira, às 20 horas e domingo às 18 horas
Duração – 60 minutos.
Recomendado para maiores de 14 anos.
Atuação e texto: Rodolfo Amorim.
Direção: Antônio Januzelli.
Direção de Arte: Renato Bolelli Rebouças.
Iluminação: Claudinei Rosa.

Com a direção de Antônio Januzelli e texto e atuação de Rodolfo Amorim, do Grupo XIX de Teatro. O solo mostra um órfão, que tenta retratar o seu pai ausente a partir de poucos fragmentos que se alojaram em sua memória. Na busca pelos contornos desse pai, sua própria infância emerge de sua memória e demonstra o quanto esse vazio foi determinante na construção da sua forma de ver e interagir com a vida. Um encontro entre pai e filho. Entre um adulto e sua criança.

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