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Teatro

Nu de Botas

07.04 a 01.05
  • Horário

    de 20h às 21h20

  • Ingresso: Inteira R$ 20 | Meia R$ 10

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Saiba mais sobre a peça

Baseado no livro de Antonio Prata, “Nu de Botas” reúne crônicas sobre as passagens mais marcantes de sua infância, as primeiras lembranças no quintal de casa, os amigos da vila, o divórcio dos pais, uma inusitada viagem à África, uma época da vida repleta de descobertas e experimentações.

Nu de Botas faz um mergulho no baú da infância do cronista Antonio Prata e, também, dos nossos primeiros anos

O espetáculo teatral Nu de Botas, inspirado em fatos reais da infância do escritor Antonio Prata, narra, com muito humor, uma época da vida que é cheia de descobertas e experimentações, levando o público a reencontrar suas próprias memórias de criança. Sob direção de Cristina Moura, que também assina a dramaturgia em parceria com Pedro Brício, a peça leva ao palco as primeiras lembranças no quintal de casa, os amigos da vila, o divórcio dos pais, o cometa Halley, os desenhos animados da TV, uma inusitada viagem à África, dilemas morais, viagens de carro, histórias e relatos das lembranças da infância do autor. As histórias do menino Antônio, que nasceu em São Paulo no final dos anos 70, são inspiradas em fatos reais, narradas do ponto de vista da criança, com os filtros da ficção e permeadas de muito humor. Um olhar infantil, de quem se espanta com o mundo e a ele confere um sentido muito particular – cômico, misterioso, lírico e encantado.

Em cena, Luciana Paes, Isabel Gueron, Thiare Maia/Keli Freitas, Pedro Brício e Renato Linhares, contam as histórias de Antonio dentro de suas perspectivas e sensibilidades de adultos que vivem hoje na cidade do Rio de Janeiro. Esse foi o desafio proposto por Cristina Moura, que aposta numa encenação simples com valorização das palavras e das imagens que surgem das histórias desse jovem e talentoso cronista, explorando cenicamente a comicidade por trás de cada uma das situações vividas pelo narrador.

NU DE BOTAS, direção Cristina Moura © Renato Mangolin 001

Ao longo do espetáculo, o público se depara com situações aparentemente cotidianas, entretanto o humor utilizado por Prata transforma cada uma dessas situações em narrativas muito especiais, fazendo com que habitemos a infância de novo nos abrindo as portas para um estado de surpresa e maravilhamento. Uma peça de memória, de afeto, são lembranças particulares de um narrador, que em algum momento são as nossas lembranças, ou nos remetem às nossas lembranças.

NU DE BOTAS, direção Cristina Moura © Renato Mangolin 011

Partindo da ideia de que a infância é a poesia da nossa existência, e que passamos a vida buscando reencontrá-la, mas ela fica por lá, em forma de memória, em fragmentos, nos acolhendo e afirmando um pouco quem somos nós, as histórias de Nu de Botas tende a guiar o público e transportá-lo para essa dimensão mais poética da vida.

Ficha Técnica

Baseado na obra de Antonio Prata/ Direção – criação – idealização Cristina Moura / Dramaturgia - Cristina Moura e Pedro Brício / Criação - Inez Viana, Isabel Gueron, Pedro Brício, Renato Linhares, Thiare Maia Amaral / Interpretação - Isabel Gueron, Keli Freitas, Luciana Paes, Pedro Brício, Renato Linhares, Thiare Maia Amaral / Cenografia e Projeto Gráfico – Radiográfico / Direção Musical e Piano adicional - Domênico Lancellotti / Figurinos - Ticiana Passos / Iluminação - Franciso Rocha / Direção de Produção – Dadá Maia / Produção - Ciranda de 3 Trupe / Assessoria de imprensa BH - Jozane Faleiro

“Nu de Botas” na imprensa 

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A jornalista e renomada crítica de arte Carolina Braga assistiu ao espetáculo “Nu de Botas” ainda na primeira semana. A peça foi inspirada no livro de crônicas homônimo, de Antônio Prata. A experiência não podia ser diferente, e ela saiu da sessão impactada com o que viu no palco. No texto ‘Nu de botas’: encontro feliz entre a literatura e o teatro, para o seu site, Culturadoria, disseca a montagem que é amparada em uma obra literária.

“É sempre uma sensação maravilhosa quando somos surpreendidos por uma peça de teatro. Não que antes não reconhecesse seu valor. Mas é diferente quando o espetáculo te pega de uma maneira que não supunha. Aconteceu comigo com Nu de Botas, montagem em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil de BH até o dia 01 de maio. Ri e não foi pouco”, inicia o texto.

Para Carolina, não se trata de uma adaptação livre do livro no palco, e, sim, daquilo que o diretor Aderbal Freire Filho nomeou de Romance em Cena. Isso porque o espectador tem a oportunidade de ter contato com as crônicas que inspiraram a peça, isso quase na íntegra. “O texto que os atores dizem em cena tem exatamente as mesmas frases e palavras escolhidas por Prata para narrar a própria infância no livro”, comenta a jornalista em sua crítica.

O que propõe Carolina Braga, em sua visão sobre a produção baseada em uma obra literária, é que a crônica está impregnada na cena. “Sendo, portanto, crônica em cena, a montagem valoriza o acordo tácito – e sempre potente – entre palco e plateia sobre os códigos teatrais. Um simples copo d’água pode representar uma onda do mar, assim como cadeiras viram automóveis, adultos são crianças, mulheres são homens e por aí vai”, analisa.

“É um jogo vivo. O imaginado é mais forte que o real. Assim como na mente de qualquer criança”, afirma.

Clique aqui, no hiperlink, e leia, na íntegra, a crítica “‘Nu de botas’: encontro feliz entre a literatura e o teatro”, da jornalista Carolina Braga!

Sessão “Nu de Botas” em Libras

No sábado, dia 29 de abril, a sessão das 17 horas do espetáculo “Nu de Botas” será apresentada com tradução em Libras.

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