Próximo
Anterior

Cinema

O Cinema de John Akomfrah – Espectros da Diáspora

21.11 a 10.12
  • Ingresso

    Inteira R$ 10 | Meia R$ 5

  • Como chegar

    Visualizar
CP

Saiba mais sobre o filme

O CCBB apresenta a retrospectiva do cineasta e artista ganês-britânico John Akomfrah, composta por 19 filmes, entre longas, médias e curtas-metragens. A maioria das obras são inéditas no Brasil, incluindo seus primeiros trabalhos realizados no influente coletivo Black Audio Film Collective (BAFC), do qual foi membro fundador. Celebrado pela ousadia estética e pelo engajamento político, Akomfrah teve papel determinante para a visibilidade de temas ligados à diáspora africana. Suas obras são caracterizadas por investigações sobre a memória, o arquivo pós-colonial e o afrofuturismo. Além disso, estabeleceu um estilo visual composto por multi-camadas que o tornou respeitado no cinema e na arte contemporânea. Serão exibidos também filmes de outros membros do BAFC e haverá uma sessão especial de “Borderline” (1930), clássico da vanguarda britânica e pioneiro no tratamento de relações interraciais no cinema.

AULA MAGNA – No dia 28 de novembro, aula magna com o professor Kobena Mercer (Universidade de Yale-EUA), com tradução consecutiva.

DEBATE – Em 30 de novembro, o CCBB promove discussão sobre a mostra, que reunirá as professoras Ângela Prysthon (Universidade Federal de Pernambuco) e Kênia Freitas (Universidade Católica de Brasília), para uma conversa com o público. O debate terá mediação do curador da mostra Rodrigo Sombra, e será acompanhada por tradução em LIBRAS.

SESSÕES ACESSÍVEIS

A mostra terá 3 exibições acessíveis para pessoas com deficiência. 

No dia 3 de dezembro, às 19h30, a mostra exibirá o longa O projeto Stuart Hall com legendagem descritiva que indica, para pessoas com deficiência auditiva, ruídos e sons importantes do filme. 

No dia 5 de dezembro, às 15h30, a sessão de Borderline será acompanhada de audiodescrição , recurso de narração de informações que auxilia pessoas com deficiência visual na compreensão da narrativa. Sessão especial comentada, seguida de bate-papo.

No dia 7 de dezembro, às 15h30, a mostra exibirá o longa O projeto Stuart Hall com legendagem descritiva LIBRAS. Sessão especial comentada seguida de bate-papo (que também contará com o recurso de libras).

 

Programação

 

 

21 de novembro - Terça-feira

19h30 – Signos do Império – 26 min

As Canções de Handsworth – 59 min

Classificação indicativa 14 anos.

 

22 de novembro – Quarta-feira

19h30 – Cidade do Crepúsculo – 80 min

Classificação indicativa 14 anos.

 

23 de novembro – Quinta-feira

19h30 – Martin Luther King e a Marcha para Washington – 60 min

Classificação indicativa 14 anos.

 

24 de novembro – Sexta-feira

19h30 – O Chamado da Névoa – 11 min

Quem Precisa de Um Coração – 80 min

Classificação indicativa 14 anos.
25 de novembro – Sábado

17h30 – As Nove Musas – 94 min

Classificação indicativa livre.

 

19h30 – O Silêncio, 16 min

Sete Canções para Malcom X – 52 min

Classificação indicativa 14 anos.

 

26 de novembro – Domingo

17h30 – Sala da Memória 451 – 22 min

Último Anjo da História – 45 min

As Crônicas do Genoma – 33 min

Classificação indicativa 14 anos.

 

19h30 – Martin Luther King e a Marcha para Washington – 60 min

Classificação indicativa 14 anos.

 

28 de novembro – Terça-feira

17h30 – Testamento – 79 min

Classificação indicativa 12 anos

 

19h30 – Aula Magna com Kobena Mercer,  professor da Universidade de Yale, nos Estados Unidos. Com tradução consecutiva.

Classificação indicativa Livre.

 

29 de novembro – Quarta-feira

19h30 – As Nove Musas – 94 min

Classificação indicativa livre.

 

 

 

30 de novembro – Quinta-feira

19h30 – Último Anjo da História – 45 min
Sessão seguida de debate com Ângela Prysthon (Universidade Federal de Pernambuco) e Kênia Freitas (Universidade Católica de Brasília). Mediação de Rodrigo Sombra (curador). Com tradução em LIBRAS.
Classificação indicativa 14 anos.

 

01 de dezembro – Sexta-feira

19h30 – Mistérios de Julho – 52 min

Sala da Memória 451 – 22 min

As Crônicas do Genoma – 33 min

Classificação indicativa 14 anos.

 

02 de dezembro – Sábado

17h30 – Peripeteia - 18 min

Tropikos – 37 min

Tudo o que é Sólido – 30 min

Classificação indicativa 16 anos.

 

19h30 – Borderline – 63 min

Classificação indicativa livre.

 

03 de dezembro – Domingo

17h30 – Peripeteia – 18 min

Tropikos – 37 min

Tudo o que é Sólido – 30 min

Classificação indicativa 16 anos.

 

19h30 – O Projeto Stuart Hall – 95 min

Classificação indicativa livre. Com legendagem descritiva.

 

05 de dezembro – Terça-feira

15h30 – Sessão comentada: Borderline – 63 min

Classificação indicativa livre. Com audiodescrição.

 

19h30 – Cidade do Crepúsculo – 80 min

Classificação indicativa 14 anos.

 

07 de dezembro – Quinta-feira

15h30 – Sessão comentada: O Projeto Stuart Hall – 95 min

Classificação indicativa livre. Com legendagem descritiva e LIBRAS.

 

19h30 – Mistérios de Julho – 52 min

Classificação indicativa 14 anos.

 

08 de dezembro – Sexta-feira

19h30 – Signos do Império – 26 min

As Canções de Handsworth – 59 min

Classificação indicativa 14 anos.

 

09 de dezembro – Sábado

17h30 – O Chamado da Névoa – 11 min

Quem Precisa de Um Coração – 80 min

Classificação indicativa 14 anos.

 

19h30 – O Silêncio 16 min
Sete Canções para Malcom X – 52 min

Classificação indicativa 14 anos.

 

10 de dezembro – Domingo

19h30 – Testamento – 79 min

Classificação indicativa 12 anos.

 

Sinopses

 

Borderline (1930) – 70 minutos, Inglaterra

Direção e roteiro : Kenneth Macpherson

Borderline ocupa um lugar único na história do cinema britânico. Dirigida por Kenneth Macpherson, esta obra seminal do cinema silencioso apresenta o ator icônico Paul Robeson e sua esposa Eslanda, bem como membros da revista de cinema Close-Up, H.D. (Hilda Doolittle), Robert Herring e Bryher. O filme foi muito influenciado por G. W. Pabst e Sergei Eisenstein. Borderline é uma matriz de tensão racial e sexual que se desloca entre personagens negros e brancos, masculinos e femininos,  entre os limites do consciente e do inconsciente.

 

Signos do Império (1984, Signs of Empire) – 22 minutos, Inglaterra

Direção: Black Audio Film Collective (John Akomfrah; Reece Auguiste; Edward George; Lina Gopaul; Avril Johnson; David Lawson; Trevor Mathison)

Através de um processo de recuperação de arquivos, da análise e da reapresentação de imagens, texto e som, Signos do Impériorecorre à linguagem da montagem para analisar as mitologias em torno das identidades raciais, nacionais e culturais e o modo como estas são definidas ou terminam por desintegrar-se. A obra é  composta por uma sequência de 320 dispositivos de imagens da vida colonial durante o século XIX. As transições entre esses dispositivos apontam para a linguagem fílmica, apesar de se tratar de uma sequência de imagens fixas. Embora Signos do Impériopertença ao momento pós-modernista de apropriação audiovisual, distingue-se pela preocupação com a iconografia neoclássica do império. A trilha sonora do filme combina música concreta com loops de gravações de discursos políticos.

 

As Canções de Handsworth (1987, Handsworth Songs) – 60 minutos, Inglaterra

Direção: John Akomfrah

As Canções de Handsworthtoma como ponto de partida as revoltas de setembro e outubro de 1985 na Inglaterra. Aborda como os protestos ocorridos foram resultado de uma supressão prolongada da presença negra na sociedade britânica. O filme retrata os confrontos nas ruas como uma abertura para uma história de insatisfação que está ligada ao drama nacional da desindustrialização. As “canções” do título invocam a ideia do documentário como uma poética montagem de associações vinculada à tradição do documentário britânico. Eleito um dos 50 melhores documentários de todos os tempos pela revista Sight & Sound..

 

Testamento (1988, Testament) 76 minutos, Inglaterra

Direção e roteiro: John Akomfrah

Em Testamento, a condição pós-colonial é personificada na figura de Abena, uma ativista convertida em repórter de TV que retorna à Gana contemporânea pela primeira vez desde o golpe de Estado de 1966, quando foi interrompido o experimento de socialismo africano liderado pelo presidente Kwame Nkrumah.  À deriva em uma “zona de guerra de memórias”, nas palavras do subtítulo do filme, Abena é capturada na tensão entre história pública e memória privada. Testamento é caracterizado por enquadramentos despovoados e um olhar deliberadamente frio, os quais evocam a paisagem emocional do trauma pós-colonial

 

Cidade do Crepúsculo (Twilight City, 1989) – 80 minutos, Inglaterra

Direção e pesquisa: Reece Auguiste
Em 1989, o governo conservador da Grã-Bretanha iniciou um programa de três anos para geração de riqueza e reconstrução urbana sem paralelo na história do país. Cidade do Crepúsculo é o terceiro filme do Black Audio Film Collective, e pode ser visto como o primeiro filme-ensaio que buscou mapear a cartografia da nova Londres por meio de uma escavação dos estratos psíquicos e históricos de Docklands, Limehouse e da Ilha dos Cães. Uma carta ficcional de uma filha, Olivia, para sua mãe na Dominica, é o fio narrativo que liga entrevistas de pensadores, críticos culturais, historiadores e jornalistas predominantemente negros e asiáticos, tais quais Homi Bhabha, Paul Gilroy e George Shire, entre outros..

 

Mistérios de Julho (1991, Mysteries of July) – 52 minutos, Inglaterra

Direção e roteiro: Reece Auguiste

Mistérios de Julho investiga uma série de mortes que ocorreram sob custódia policial na Grã-Bretanha, revelando a dor do sofrimento quando a causa da morte é reprimida como um segredo de estado. O filme é organizado em torno de um elaborado quadro funerário e desencadeia um intrincado ritual de luto.

 

Quem Precisa de Um Coração (1991, Who Needs a Heart)-78 minutos, Inglaterra

Direção: John Akomfrah

Quem Precisa de um Coração é composto por uma série de micronarrativas através das quais seguimos as vidas fictícias de um grupo de amigos e amantes entre 1965 e 1975. Um registro da vida nas margens, o filme explora a história esquecida do Black Power britânico por meio das metamorfoses da figura central do movimento, o ativista, anti-herói contracultural e carismático bandido social Michael Abdul Malik. O fio narrativo aqui é substituído por uma colagem de fragmentos e uma trilha sonora alucinatória, ambas trabalhando juntas para apresentar uma descrição vívida da cena social do Black Power e das consequências emocionais e psicológicas para os jovens envolvidos no movimento. .

 

Sete Canções para Malcolm X (1993, Seven Songs for Malcolm X) – 53 minutos, Inglaterra

Direção: John Akomfrah

Sete Canções para Malcolm X é uma homenagem ao líder dos direitos civis afro-americano Malcolm X.  O filme recolhe testemunhos, relatos e reconstituições dramáticas para contar sua vida, legado, amores e perdas. Apresenta a viúva Betty Shabazz, o cineasta Spike Lee e várias pessoas próximas. É narrado pelo romancista Toni Cade Bambara e pelo ator Giancarlo Esposito. Os tableaux vivants do filme são uma alusão à premiada exposição fotográfica “The Harlem Book of the Dead”, de James Van der Zee, e à estética cinematográfica de A Cor de Romã (Sayat Nova, 1968), do cineasta armênio Sergei Parajanov.

 

O Último Anjo da História  (1995, The Last Angel of History) – 45 minutos, Inglaterra

Direção: John Akomfrah

Um ensaio fílmico sobre a estética negra que traça as ramificações da ficção científica dentro da cultura pan-africana. Akomfrah articula o uso de imagens da nave espacial e do alienígena no trabalho de três músicos de gênio excêntrico – Sun Ra, George Clinton e Lee Perry -, para em seguida abordar a obra dos escritores da ficção científica negra Octavia Butler e Samuel Delany. O filme sugere que a nave espacial e o alienígena têm ressonâncias óbvias na condição diaspórica de exílio e deslocamento. Akomfrah expande sua constelação para incluir desde Walter Benjamin até DJ Spooky, traçando um itinerário pela música e ficção científica negras, a fim de lançar um olhar revelador sobre a modernidade na aurora da era digital.

 

Sala da Memória 451 (1997, Memory Room 451) – 22 minutos, Inglaterra

Direção: John Akomfrah

Permeado por silhuetas, sombras e estilização cromática, Sala da Memória 451é o exemplo mais extremo da estética neoexpressionista desenvolvida por John Akomfrah durante a década de 1990. Ambientado num mundo distópico, o filme narra o périplo de um viajante do tempo que entrevista as “antigas pessoas da terra” a respeito de cabelos, desejos e memórias. Nesta fábula amarga, os sonhos são a nova plataforma midiática do século 23 e as viagens no tempo nada mais que um trabalho mal remunerado nos novos cemitérios do amanhã.

 

O Chamado da Névoa (1998, The Call of Mist) – 11 minutos, Inglaterra

Direção e roteiro: John Akomfrah

Uma vívida meditação sobre clonagem, morte, memória e a mídia em uma remota ilha da Escócia. Curta-metragem sobre o fim do milênio encomendado pela BBC TV.

 

As Crônicas do Genoma (2008, The Genome Chronicles) – 33 minutos, Inglaterra

Direção: John Akomfrah

As Crônicas do Genoma é uma investigação épica sobre a relação entre imagem e memória. O filme exibe uma paisagem poética composta por materiais do acervo pessoal do artista Donald Rodney (1961-1998), imagens de arquivo da “Smoking Dogs Films”, além de novas filmagens. Foi concebido como um “ciclo de canções” em dez partes distintas, mas inter-relacionadas. As Crônicas do Genoma é organizado por músicas de vários gêneros, como canções tibetanas, indianas, e trechos do pós-punk. O filme usa essa montagem de sons para explorar questões éticas relacionadas à criação de imagens

 

As Nove Musas (2011, The Nine Muses) – 92 min, Inglaterra

Direção e roteiro: John Akomfrah

A imigração de caribenhos, africanos e asiáticos à Inglaterra do pós-guerra é analisada a partir de uma comparação com o ponto de partida de “A Odisseia”, de Homero. Estruturado alegoricamente e dividido em nove capítulos, o filme articula uma montagem de materiais de arquivo e trechos de obras de autores como Dante, Emily Dickinson, Samuel Beckett, Nietzsche e James Joyce, compondo uma elegia polifônica à busca de autoconhecimento e identidade que atravessa a experiência migratória.

 

O Projeto Stuart Hall (2012, The Stuart Hall Project) – 100 minutos, Inglaterra

Direção: Stuart Hall

A identidade cultural de uma pessoa é fluida e não depende apenas de suas raízes geográficas. Essa é uma das principais ideias do sociólogo jamaicano Stuart Hall, figura central dos Estudos Culturais e um dos mais influentes intelectuais da segunda metade do século XX. Utilizando imagens de arquivo das participações de Hall na televisão, este ensaio fílmico faz um amplo retrato de sua vida, pensamento e ativismo. A trilha sonora com composições de Miles Davis, músico admirado por Hall, sublinha os deslocamentos da obra do pensador, articulando-os com acontecimentos decisivos da história do último século.

 

Peripeteia (2012) – 18 minutos, Inglaterra

Direção e roteiro: John Akomfrah

Em Peripeteia, John Akomfrah imagina a vida dos modelos africanos de dois desenhos realizados por Albrecht Dürer no século XVI, acompanhando um homem e uma mulher que vagam por paisagens desoladas marcadas por uma beleza fria e sombria.

 

Martin Luther King e a Marcha sobre Washington (2013, Martin Luther King and the March on Washington) – 60 minutos, Inglaterra

Direção: John Akomfrah

Martin Luther King e a Marcha sobre Washington é um documentário narrado por Denzel Washington dedicado à histórica marcha que reuniu 250 mil pessoas mobilizadas pela luta por empregos, liberdade e igualdade de direitos civis. Ocasião em que Martin Luther King Jr. proferiu o icônico discurso “I have a dream”, a marcha foi um divisor de águas sem paralelo no movimento pelos direitos civis nos EUA. O filme inclui entrevistas com líderes políticos, ativistas e participantes da marcha, como Clarence B. Jones, o senador John Lewis, Joan Baez, Andrew Young, entre outros. O filme utiliza ainda imagens de arquivo recém-descobertas. Documentário indicado para o BAFTA (British Academy Film and Television Awards).

 

O Silêncio (2014, The Silence) – 16 minutos, Inglaterra

Direção: John Akomfrah

Durante a década de 1940, o British Council encomendou mais de 100 filmes de propaganda cultural que cobriam todos os aspectos da vida no Reino Unido. Distribuídos em todo o mundo, eles foram vistos por milhões de pessoas e deixaram uma impressão indelével da Grã-Bretanha como uma terra verde e agradável. O Silêncio utiliza um filme dessa coleção – “Educação dos surdos (1946, Education Of The Deaf)” – como fio narrativo para explorar vidas vividas em silêncio.

 

 

Tropikos (2015) – 38 minutos, Inglaterra

Direção e roteiro: John Akomfrah

Encenado como um drama de época suntuoso, Tropikos se anuncia como uma ficção – uma “tetralogia sobre a água e os sonhos” – e está repleto de referências literárias, citando Shakespeare e Pedro Calderón de la Barca. Explorando o encontro com o “outro”, Tropykos justapõe experiências de pessoas, culturas e paisagens da África e do Reino Unido que, através do tráfico negreiro e sua subsequente abolição, formaram uma herança complexa. Neste filme, os anacronismos propostos por Akomfrah sugerem que essa é uma narrativa a um só tempo histórica e vital: um retrato dos fantasmas que perduram e assombram a paisagem contemporânea.

 

Tudo o que é Sólido (2015, All That Is Solid) – 30 minutos, Inglaterra

Direção: John Akomfrah; Trevor Mathison

Construído a partir de uma combinação entre imagens de arquivo e novas gravações, Tudo o que é Sólido é uma meditação sobre a transitoriedade da memória e as limitações da documentação histórica convencional. O filme também explora o fato de que o som e a voz – insubstanciais como a névoa ou a fumaça – não deixam vestígios. Nesta parceria, John Akomfrah e o compositor Trevor Mathison reconfiguram a relação entre som e imagem: em vez de acompanhar um ao outro, eles são concebidos como uma entidade únicaca.

Gostou do evento?

CCBB DFcomo chegar

Centro Cultural Banco do Brasil Brasília

SCES, Trecho 02, lote 22 CEP: 70200-002 | Brasília (DF) (61) 3108-7600

ccbbdf@bb.com.brFuncionamento: de terça a domingo, das 9h às 21h.

Como chegar